5 Motivos para comprar um imóvel na pandemia

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1-Taxa básica de juros baixa 

Devido às consequências da pandemia, a taxa Selic baixou a níveis históricos. Atualmente está em 2% ao ano. Este é o menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. Para se ter uma ideia de como este número está baixo, em 2015 a taxa Selic alcançou o patamar de 14,25% ao ano. 

O que isso significa? A taxa Selic baixa gera duas principais vantagens para o investimento no mercado imobiliário. Primeiro que, como ela influencia diretamente na taxa de juros, é o momento ideal para fazer financiamentos. Em contrapartida, a remuneração de aplicações financeiras cai bruscamente, pois estas são rentáveis quando a inflação está alta.

Quanto mais os juros caem, menos faz sentido optar pela renda fixa. Assim, o momento atual é, indiscutivelmente, o mais propício para comprar um imóvel, seja para quem tem o valor à vista e precisa aplicar seu dinheiro em um investimento seguro ou para quem busca um imóvel para morar, pois as taxas de juros para financiamento nunca foram tão vantajosas.

A vantagem de fazer um financiamento agora é aproveitar as taxas que futuramente vão subir com a recuperação da economia, mas quem faz o contrato agora fecha com essa taxa de juros e, ao longo dos anos, terá apenas a correção de acordo com a inflação.

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2- Valor dos imóveis atrativo

Outra vantagem é que as empresas estão oferecendo facilidades e preços competitivos, justamente por causa da recessão provocada pela pandemia. Com o índice de desemprego maior, o poder de compra acaba diminuindo e a oferta fica mais acessível. 

Isso quer dizer que para quem tem capital para investir ou conseguiu preservar sua renda para arcar com um financiamento imobiliário está em total vantagem. Como em toda crise, o que pode ser um entrave para alguns, torna-se uma oportunidade para outros. 

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3-    Investimento mais seguro

Imóveis desde sempre foi o investimento mais seguro. Muitas pessoas que investiram seus recursos em fundos e ações perderam dinheiro nesta pandemia. Alguns estão tendo prejuízos bastante consideráveis. Somente em março de 2020 a bolsa variou 35% para baixo. 

Os números melhoraram em alguns períodos, mas há muitas oscilações e o cenário ainda é bastante incerto. Além de não sofrer diretamente com as variações da bolsa, investimentos em imóveis não têm relação direta com a quebra dos bancos e não podem ser congelados pelo governo como a poupança. 

Um imóvel comprovadamente mantém seu valor mesmo em tempos de crise financeira. Até investidores mais ousados, que estão acostumados a fazer investimentos de maior risco em busca de alta rentabilidade, diversificam seus ativos aplicando em imóveis.

Os riscos no mercado imobiliário são praticamente inexistentes. Claro que sempre há exceções. Por isso, é importante, além de selecionar um produto com boa localização e infraestrutura, escolher uma construtora com credibilidade, conhecimento e expertise no mercado. 

4-    Valorização constante

O mercado funciona de acordo com a lei da oferta e demanda. Quanto maior a procura, mais valorizado é o produto. Considerando que algumas regiões mais demandadas já estão com suas áreas esgotadas, totalmente exploradas pelo mercado imobiliário, empreendimentos adquiridos hoje nestes locais serão um tesouro no futuro, quando a oferta for ainda mais escassa.

Por isso, na hora de escolher um imóvel para investir, tanto para gerar renda como para revender e ganhar com a valorização, considere regiões com potencial de crescimento ou que já sejam consolidadas como grandes centros. Um imóvel, desde que bem escolhido, é um investimento com potencial de valorização garantido.

Quem tem a possibilidade de investir em imóveis nestas regiões com grande potencial, irá, com certeza, ampliar o valor de seu patrimônio. O mercado imobiliário tem se mostrado como um dos segmentos que mais valorizam a médio e longo prazo. Na última década, por exemplo, os imóveis tiveram um incremento de mais de 300%, números que variam de acordo com a região.

E a demanda tende a crescer ainda mais, ampliando o potencial de valorização. Segundo o levantamento feito pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), existe um déficit habitacional no Brasil de 7,78 milhões de residências. Esse fato, somado ao aumento populacional, gera um acréscimo na demanda por moradias.

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5-    Geração de patrimônio

Se você tem dificuldade para se organizar financeiramente e guardar dinheiro, considere comprar um imóvel mesmo que tenha que financiar grande parte do valor. Isso porque terá que pagar aquele financiamento todo mês, como uma conta fixa, e não cairá em tentações que não contribuirão para seu futuro.

Esta pode ser uma alternativa viável em qualquer momento para quem não tem disciplina, pois irá aplicar seu dinheiro todo mês e no final ter um patrimônio. Os números de endividados mostram que o brasileiro, em sua maioria, não possui essa disciplina.

Comprar um imóvel na pandemia é uma possibilidade interessante mesmo tendo em vista que no final do processo pagará um valor maior devido ao juros do financiamento. Porém, tendo em vista o atual cenário com taxas de juros baixíssimas, este acaba nem sendo mais um ponto negativo.

Aplicações financeiras também podem facilmente ser resgatadas, sendo uma tentação aos que não são tão regrados quanto aos seus objetivos financeiros, pois não poderão facilmente vender o imóvel. É uma forma de garantir a preservação do patrimônio, que também será uma garantia para os herdeiros.

 

 

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