6 dicas para sair do aluguel ainda esse ano

6 dicas para sair do aluguel ainda esse ano

Última atualização há 2 meses.

Sair do aluguel e ter um imóvel próprio é o sonho de grande parte dos brasileiros. Essa conquista pode se tornar realidade antes do que imaginava, pois as condições estão bem propícias no cenário atual.

Com as facilidades que as taxas de juros mais baixas da história proporcionam, está muito mais viável trocar o gasto mensal de uma locação pelo investimento em imóvel.

O que significa uma taxa baixa?

✔ Você consegue financiar um valor maior com a mesma renda e dar uma entrada menor

✔ As prestações ficam mais baixas e em pouco tempo podem se igualar ao aluguel

Como pagar a entrada?

✔ Você pode pagar parte da entrada com seu FGTS (ou de até três pessoas)

✔ Pode ainda utilizar outros recursos, como rendimentos extras e venda de bens como veículos

Confira algumas dicas que selecionamos para te ajudar a tomar essa importante decisão de sair do aluguel.

1- Transforme o aluguel em parcela do imóvel

O gasto mensal com aluguel pode ser transferido para o pagamento da parcela de um imóvel próprio. Assim, este dinheiro será revertido em patrimônio.

Os juros atuais mais baixos da história fazem com que o financiamento fique menor e, consequentemente, as parcelas também. Como as prestações são decrescentes, em pouco tempo seu valor se iguala ao aluguel.

Para um financiamento imobiliário de R$240 mil, por exemplo, a parcela inicial seria de R$1.800 e a última de aproximadamente R$600, considerando a taxa de 5,39%a.a. e um prazo de 360 meses concedido a uma pessoa de cerca de 35 anos.

Vale ressaltar que cada caso é único e há muitas variáveis a serem analisadas pelo banco. 

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2- Monte um planejamento financeiro

Às vezes temos algumas despesas desnecessárias que podem ser cortadas para que estes recursos sejam direcionados a algo mais concreto. Anote tudo que entrar e sair para que possa ter clareza sobre quais despesas podem ser repensadas.

O esforço maior será no início, pois com o tempo terá apenas uma parcela equivalente ao aluguel. Assim, em poucos anos, irá liberar parte do orçamento para a realização de outros projetos.

Outra alternativa é buscar fontes de renda extra. A dedicação, sem dúvida, vale a pena, pois todo o dinheiro empregado retornará na construção de um patrimônio, te possibilitando finalmente sair do aluguel e ter a segurança de uma moradia própria.

3- Utilize seu FGTS na entrada

Os bancos financiam até 90% do valor do imóvel, possibilitando que a entrada seja bem pequena. E você pode usar, como parte da entrada, seu saldo do FGTS e de até três pessoas, que não precisam ter parentesco, desde que sejam também adquirentes do imóvel.

O FGTS pode ainda ser utilizado para amortização do saldo devedor a cada dois anos ou para diminuir em até 80% o valor das parcelas nos 12 meses consecutivos.

4- Invista rendimentos extras

Fim de ano é o momento, para muitas pessoas, de receber alguns rendimentos extras, seja 13º, férias ou bonificações como PLR (Participação nos Lucros ou Resultados).

Este dinheiro pode ser o valor que falta para inteirar o FGTS e outros recursos e uma motivação para você sair do aluguel.

5- Considere fazer uma troca de bens para sair do aluguel

Se mesmo com seu FGTS e planejamento financeiro não conseguir todo valor da entrada, repense alguns bens como veículos, se são realmente necessários em sua rotina ou transfira seus recursos para um patrimônio mais seguro que valoriza ao invés de perder valor com o tempo.

Muitos empreendimentos estão bem localizados com fácil acesso ao metrô. Se você aderiu ao home office, uma tendência no mercado, talvez também possa dispensar o uso do carro, uma decisão que pode fazer você finalmente sair do aluguel.

6- Repense o perfil do imóvel

Se ainda assim a conta não fecha, considere trocar um apartamento maior no qual você vive de aluguel, por um imóvel de menor valor, mas que será seu.

A criatividade na decoração permite viver confortavelmente em locais compactos.

Por que comprar um imóvel ainda este ano?

A previsão para 2021 é de aumento de juros e da inflação. O Copom (Comitê de Política Monetária) segurou a taxa Selic em 2% somente este ano, o que pode não ser prorrogado para os próximos meses.

Assim, as taxas históricas para financiamento imobiliário tendem a não se manterem se a Selic subir, já que a taxa básica de juros é referência para outras.

Os juros mais altos deixam o financiamento fica mais caro. A inflação também vai gerar um aumento no preço dos imóveis.

Quer sair do aluguel agora?

Veja quais as vantagens de comprar ainda este ano e aproveitar o momento histórico

✔️ Juros mais baixos
✔️ Prestações menores
✔️ Menor comprovação de renda
✔️ Poder de compra maior
✔️ Entrada menor
✔️ Valor dos imóveis mais atrativo

Nossas dicas te ajudaram a ter novas ideias? Então compartilhe e confira as oportunidades da Tibério.

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Tibério Construtora

Desde 1964 construindo uma trajetória de qualidade e solidez.

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