Morar no Belém é bom? Conheça o bairro que mais cresce em São Paulo

Morar no Belém é bom? Conheça o bairro que mais cresce em São Paulo

Última atualização há 3 meses.

O Belém se tornou uma grande aposta do mercado imobiliário. Quem mora na região já sabe os motivos: o bairro está recheado de facilidades, localizado em uma posição estratégica da cidade e é abastecido pelo metrô. Além disso, oferece uma atmosfera de tranquilidade rara na capital.

Esses fatores estão valorizando rapidamente o bairro, que demonstra um imenso potencial de crescimento.

Entenda um pouco mais sobre o Belém a seguir!

História do Belém

Vista aérea da Vila Maria Zélia, primeira vila operária do país, em 1918

O Belém acompanha o intenso fluxo econômico e cultural de São Paulo, resguardando a essência de transformação que a cidade carrega.

Até o final do século XIX, o Belém era sede de pomares e chácaras que cercavam o núcleo urbano da capital. O bairro e sua região eram o destino preferido da alta sociedade paulistana, devido à sua altitude elevada, de 750 metros, ao ar limpo e ao clima agradável. O Belém só foi oficialmente incorporado a cidade por volta de 1870.

A paisagem do bairro começa a mudar com a construção da ferrovia São Paulo Railway. Inaugurada em 1867, a estação do Brás ligava o porto de Santos a Jundiaí e servia para escoar a grande produção de café que na época transformava a capital do estado na grande metrópole do país.

O desenvolvimento das ferrovias e na sequência a vinda do alto número de imigrantes estrangeiros foram essenciais para a urbanização da cidade de São Paulo. Por ter terras planas e desocupadas, a região do Belém passou a atrair interesses na implantação de uso residencial e, posteriormente, industrial, fatores que contribuíram para acelerar a ocupação do bairro

Mesmo com a presença de pequenas indústrias entre 1870 e 1880, somente em 1890 a região do Belém começou a se distinguir como bairro industrial. Já no começo do século XX, a região concentra o maior número de operários da cidade.

A dificuldade de se locomover pela cidade, devido à falta de transportes públicos que atendessem de forma digna a população, as más condições dos cortiços da cidade e a crise habitacional causada pela contínua corrente migratória, fizeram que com que muitas industrias preferissem construir vilas operárias para abrigas seus funcionários.

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Assim surge a Vila Maria Zélia, a primeira vila operária do Brasil. Construída no Belém em 1912 por Jorge Street, dono da Cia Internacional de Tecidos da Juta, possuía escola, armazém, farmácia, igreja, creche e jardim de infância.

A indústria têxtil prosperou durante boa parte da primeira metade do século XX e mudou em definitivo a paisagem do Belém. A movimentação dos bondes, a agitação de movimentos sociais e o apito da fábrica ao fim do dia trazem novos personagens ao bairro.

Enquanto a primeira metade do século XX foi determinante para o estabelecimento da indústria na região e seu crescimento exponencial, a segunda metade do século foi marcada por crises e reestruturações que culminaram em uma dispersão industrial, em que as fábricas migraram para o interior ou para outros estados movidas por melhores condições fiscais e tributárias.

O Belém passa então por uma outra mudança em sua paisagem. O movimento diário dos operários deu lugar a ruas vazias e prédios abandonados. Dessa situação-problema, desencadeada pelo abandono da região pós-industrialização, surgiu o processo de verticalização do bairro.

A verticalização do Belém pode ser inicialmente percebida, ainda que de forma tímida, a partir de 1972.

Foi apenas no final dos anos 90 e início dos anos 2000 que os antigos galpões e fábricas abandonadas passam a dar lugar a empreendimentos residenciais imobiliários, em um momento de reaproveitamento dos espaços da região.

Essa verticalização, ainda em expansão no momento, ocupou a região com mais do que moradores, mas também com um comércio mais forte.

O Belém de Hoje

Vista aérea da atual paisagem do Belém

Após um período complicado de desindustrialização, o Belém é revitalizado. Os antigos galpões e fábricas abandonadas passam a dar lugar a empreendimentos residenciais e comerciais, em um momento de reaproveitamento dos espaços da região.

A inauguração da estação Belém do metrô direcionou esse processo e o bairro, assim como antigamente, têm grande influência da ferrovia.

O Belém de hoje é um local apaixonante e moderno. Aconchegante, com ares interioranos, mas perto de tudo por seu forte comércio e localização estratégica, próxima ao centro e abastecida pelo metrô.

O bairro mantém um ambiente romântico e tranquilo, com raízes de sua forte influência italiana. A camaradagem entre os moradores é a alma do Belém, um privilégio que apenas um lugar com tanta história pode oferecer.

A principal prova disso está no Largo do São José do Belém, sede da igreja que deu nome ao bairro, e é até hoje o ponto de encontro dos moradores da região.

Veja também: a melhor opção para morar no Belém!

O Futuro do Belém

O futuro do Belém é de crescimento. As vantagens do bairro chamam cada vez mais atenção de investidores, que aceleram essa evolução.

Os vizinhos Tatuapé e Mooca passaram por processos semelhantes antes de tornaram-se os bairros mais valiosos da Zona Leste. Estar no Belém hoje é antecipar-se a essa garantia de valorização de amanhã, em uma região que já oferece infraestrutura completa.

Lazer no Belém

Fachada e uma das sete piscinas do Sesc Belenzinho, a maior unidade da rede em área construída

O Belém oferece diversas opções de lazer e cultura aos seus moradores. Um destaque entre elas é o Sesc Belenzinho, a maior unidade da rede em termos de área construída, com 50 mil metros quadrados.

Com todo esse espaço, a infraestrutura do Sesc Belenzinho impressiona. A unidade conta com diversos tipos de piscina: recreativa, coberta, aquecida, infantil e semiolímpica.  Uma delas, instalada no térreo, é coberta por um teto de vidro que permite que os visitantes “caminhem sobre as águas” no 1º andar. Um espetáculo à parte.

O Sesc Belenzinho também sedia um ginásio poliesportivo, quadras de futebol society e tênis, pistas de corrida, área de caminhada e uma biblioteca com acervo de mais de 100 livros.

Outro ponto de referência da unidade está em seu complexo de teatros. Além de shows, grandes peças e atores consagrados, os palcos do SESC Belenzinho também são considerados um centro importante de pesquisa e prática das artes cênicas.

Em uma avaliação dos sessenta maiores teatros de São Paulo, a Folha de São Paulo premiou o local com a nota máxima de 5 estrelas: “O Teatro do Sesc Belenzinho (que possui outras duas salas de espetáculo) ficou entre os quatro mais bem avaliados por oferecer, entre outras coisas, boa visão de todos os assentos, tanto na plateia quanto no mezanino, e por reservar bons lugares para cadeirantes, na primeira fileira. As poltronas são confortáveis, a sala tem boa estrutura e os funcionários são solícitos e prestativos.” afirmou a reportagem. 

O Parque Estadual Manoel Pitta, mais conhecido como Parque Belém, é mais uma opção de lazer para os moradores do bairro. A área de 292 mil m² é um grande símbolo da reestruturação da região. O local, antes sede da extinta Fundação Estadual de Bem-Estar do Menor (FEBEM), foi reinaugurado em 2012 como um espaço destinado ao lazer e a cultura. 

O parque conta com 7 quadras poliesportivas, pista de skate, 2 áreas para prática de ginastica, 2 playgrounds, ciclovia e pista de caminhada. Além disso, os extensos gramados são um ambiente agradável para relaxar, conversar e fazer um piquenique. A área também abriga a Fábrica de Cultura, que recebe atividades como dança, teatro, música, xadrez e artes plásticas, além de sediar o Café Concerto: um espaço com 277 lugares destinado a espetáculos e shows.

Saiba mais: conheça o Mundo Max, um universo de lazer e facilidades!

Gastronomia no Belém

Mega Pizza de Sorvete da Pizzaria del Cugini: um estabelecimento tradicional, mas sem medo de inovar

Como um bom bairro de origens ítalo-brasileiras, o Belém é casa de algumas das melhores pizzarias da cidade. Dentre elas, duas são especialmente destacadas: a Pizzaria dei Cugini e a Faronella.

Fundada em 1985, a Pizzaria dei Cugini é a mais tradicional da região. No cardápio, deliciosas opções fazem a composição de mais de 50 variações de sabores, que agradam até os paladares mais exigentes. Apesar de toda tradição, o restaurante não tem medo de inovar. É o caso de uma de suas novidades de mais sucesso: a Mega Pizza de Sorvete, recheada com 15 minibolas e calda de chocolate.

A decoração clássica e o serviço solicito tornam o ambiente perfeito para reunir amigos e família. A música ao vivo de quinta a domingo agrega ainda mais valor ao local.

A Faronella surgiu apenas em 1991, mas tem muito da história do Belém. Instalada em um casarão de 1935, a pizzaria transporta os visitantes para uma romântica São Paulo da década de 30.

A atmosfera de sofisticação, ampliada pelo grande salão principal com mezanino e lounge, é sem dúvida um grande diferencial do estabelecimento. Mas as verdadeiras estrelas do show são, sem dúvida, as deliciosas pizzas.  O carro-chefe do restaurante é a famosa Pizza de Carpaccio, que faz com que a Faronella seja indiciada anualmente no guia Comer & Beber da Veja São Paulo.

Mas a gastronomia do Belém não se restringe apenas as suas origens italianas. Restaurantes como o Espaço Utomi, cujo slogan é “o pê-éfe mais gostozinho do Belenzinho”, o Burguer de Garagem, lar dos melhores hamburgueres da região, e o Guadalajara Mexican Food, com deliciosas variações da tradicional comida mexicana, são exemplos do tamanho do leque de opções que o bairro oferece.

Comércio no bairro

Com a chegada de novos moradores, o comércio do Belém criou uma miscigenação interessante. Além de estabelecimentos tradicionais, presentes no bairro há gerações, surgiram também comércios mais modernos, oferecendo muitas alternativas aos seus moradores.

Uma dessas alternativas é o Sam’s Club. Diferente de atacados e varejos tradicionais, o Sam’s Club funciona em um modelo inovador de assinaturas, com planos mensais ou anuais que garantem acesso a preços bastante vantajosos e produtos exclusivos. Com apenas 5 unidades do mercado no capital (Bom Retiro, Vila Leopoldina, Santo Amaro, Morumbi e Belém), morar perto de uma delas pode ser um grande diferencial.

O bairro também conta com outros mercados famosos, como Extra e Carrefour, além de mercados tradicionais na região, como o Nova Geração.

O Belém também oferece diversas opções de açougues, hortifrútis, bombonieres, papelaria, lojas para pets… Enfim, tudo o que você precisa está a sua disposição dentro do bairro.

Acesso fácil

Estação Belém, parte da Linha-3 Vermelha do Metrô de São Paulo

Além da estação do metrô, a localização privilegiada do Belém, próximo ao centro e vizinho de Mooca e Tatuapé, o cerca de vias importantes.

A principal delas é a Radial Leste, uma das principais vias arteriais da cidade que liga a Zona Leste ao centro da capital.

Outra via importante para o Belém é a Avenida Celso Garcia, que liga a Penha ao Brás e atravessa alguns dos bairros mais importantes da região, como o Tatuapé e a Mooca.

Além disso, o Belém apresenta uma grande gama de linhas de ônibus. Contando apenas o entorno da estação do metrô, são 21 itinerários diferentes que levam a todas as regiões da cidade.

Conheça o Max Belém, o jeito único de viver ao máximo

O Max Belém o melhor jeito de viver ao máximo o bairro que mais cresce em São Paulo.

São studios e apartamentos de 1 dormitório e 2 dormitórios com opção de suíte. Todas as unidades residenciais contam com vagas de bike e opção de vaga de moto ou carro.

Além disso, o Max Belém conta com um universo de lazer, em uma áreas sociais elevadas a 15 metros do solo.

Conheça já o Max Belém!

Rua Elói Cerqueira, 287.

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Tibério Construtora

Desde 1964 construindo uma trajetória de qualidade e solidez.

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