O que significa a taxa Selic a 2,25% ao ano

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O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) anunciou nessa semana um novo corte na taxa básica de juros brasileira, a Selic. É o oitavo seguido, reduzindo os valores aos mais baixos da história.

O que isso significa, na prática, para a maioria da população? Veja na matéria abaixo.

Impacto na rentabilidade dos investimentos

A primeira consequência – e talvez a principal – da redução da Selic é a menor rentabilidade de investimentos atrelados a ela. Por exemplo, Tesouro Selic (LFT), dos fundos DI e de títulos como CDB, LCI e LCA pós-fixados, além do investimento mais utilizado pelos brasileiros: a caderneta de poupança.

Se você investe em algum desses títulos ou possui dinheiro na poupança, tenha em mente que seu retorno, que já era baixo, será menor ainda. Aliás, com os juros reais próximos de zero, ou para alguns especialistas já negativos, há sério risco de dentro de alguns meses a poupança ter rendimento igual à zero.

Efeito no consumo

Quando a Selic tem queda, os bancos passam a emprestar menos dinheiro para o Estado, por terem menor retorno, e mais para pessoas físicas e jurídicas de direito privado. Isso ocorre porque se torna mais interessante receber juros comerciais — muito acima da Selic — do que a própria taxa básica sobre as operações. Por isso o crédito torna-se mais barato para esse público.

Para o consumo em geral, o que ocorre acima gera o que a população percebe. Com crédito mais acessível financeiramente e na prática de concessão, todos os setores do mercado são beneficiados em financiamentos e desenvolvimento.

Além disso, muitas instituições financeiras usam a taxa básica como referência para suas próprias taxas de juros, portanto quando há queda, alguns bancos a acompanham e também reduzem seus juros.

Foi o que aconteceu há pouco tempo quando, depois de um anúncio de redução da Selic, muitos bancos também anunciaram diminuição das taxas de juros do financiamento imobiliário.

Oportunidade para construir patrimônio

Todo esse cenário mostra que para muitos brasileiros a melhor alternativa vai ser tirar o dinheiro da poupança e outros investimentos para buscar meios com maior segurança e rentabilidade.

E o que muitos especialistas defendem é que adquirir um imóvel é provavelmente a maneira mais segura e rentável para aplicar o seu dinheiro.

Afinal, comprar um imóvel hoje é muito mais fácil que antigamente, pois temos juros baixos, acesso a crédito facilitado, renda necessária mais baixa e queda nos preços.

Ter um imóvel como patrimônio é extremamente valioso. Além de estar investindo seu dinheiro em um bem que pode trazer rendimentos – alugando, por exemplo -, é uma moeda que só se valoriza com o tempo. E mais, ter um imóvel próprio traz a segurança e o conforto que só um lar pode dar para você e sua família.

Agora que você percebeu que com a queda da Selic comprar um apartamento é a melhor alternativa para aplicar seu dinheiro, conheça algumas oportunidades.

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